domingo, 7 de março de 2010

folhas da amizade


Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes
pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho.
Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas
passarem, mas outras vemos apenas entre um passo e
outro. A todas elas chamamos de amigo.
Há muitos tipos de amigos.


 Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles.

O primeiro que nasce do broto é o amigo pai 
e o amigo mãe. Mostram o que é ter vida.
Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso
espaço para que ele floresça como nós.

Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual
respeitamos e desejamos o bem.
Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais
não sabíamos que iam cruzar os nossos caminhos. Muitos
desses denominamos amigos do peito, do coração.
São sinceros, verdadeiros; sabem quando não

estamos bem, sabem o que nos faz 
felizes...

Às vezes, um desses amigos do peito estala o nosso
coração e então é chamado de amigo namorado. Este dá
brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios,
pulos aos nossos pés.


Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez

umas férias ou mesmo um dia ou uma hora. Estes
costumam colocar muitos sorrisos na nossa face,
durante o tempo que estamos por perto.

Falando em perto, não podemos esquecer dos amigos

distantes. Aqueles que ficam nas pontas dos galhos,
mas que quando o vento sopra, sempre aparecem
novamente entre uma folha e outra.


O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima,
e perdem
-se  algumas de nossas folhas.
Algumas nascem num outro verão e outras permanecem 

por muitas estações. Mas o que nos deixa mais feliz
es  é 
que as que caíram continuam por perto, continuam
alimentando a nossa raiz com alegria.
Lembranças de
 momentos maravilhosos
enquanto cruzavam o nosso
 
caminho.

Desejo a todos vocês, folhas da minha árvore,

Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade...
Hoje e Sempre...

Simplesmente porque:
"Cada pessoa que passa em nossa
vida é única. Sempre deixa um pouco de si
e leva um pouco de nós
".
(Antoine de Saint-Exuperry)


Há os que levaram muito,
mas não há os que não deixaram nada.
Esta é a maior responsabilidade
 de nossa vida ...
E é a prova quase evidente de que
duas almas não se encontram por acaso."
Autor desconhecido,se alguém souber o nome favor mandar um e mail
                       


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Casamento"


O que você pensa a respeito do casamento?

As respostas para esta pergunta são as mais variadas.

Uns dizem que o casamento é uma instituição falida. Outros afirmam que é coisa do passado, que o moderno é viver o sexo livre, sem maiores compromissos.

Vejamos o que os Espíritos responderam à questão proposta por Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos:

"Que efeito teria sobre a sociedade humana a abolição do casamento?"

"Seria uma regressão à vida dos animais. O estado de natureza é o da união livre e fortuita dos sexos. O casamento constitui um dos primeiros atos de progresso nas sociedades humanas, porque estabelece a solidariedade fraterna e se observa entre todos os povos, se bem que em condições diversas. A abolição do casamento seria, pois, regredir à infância da humanidade e colocaria o homem abaixo mesmo de certos animais que lhe dão exemplo de uniões constantes."

Podemos perceber, com essa resposta, que o casamento é uma excelente escola de aprendizado para o casal e para os filhos que chegam através da sua união.

Todavia, o que ocorre é que poucas pessoas se preparam convenientemente, antes do consórcio matrimonial.

A ausência desse cuidado, quase sempre ocasiona desastre imediato de conseqüências lamentáveis.

Tentados por paixões de variada ordem, que se estendem desde o apelo sexual até os jogos dos interesses financeiros, deixam-se levar e caem nas armadilhas da própria irresponsabilidade.

Podemos perceber que o problema não está no casamento em si, mas na condução que nós damos a ele.

Considerando que o lar é a célula básica da sociedade, a característica de cada sociedade será a resultante das características gerais das famílias que nela vivem.

Assim, se os pilares que deveriam sustentar cada lar, desmoronam, a sociedade inteira se ressente com as conseqüências. E se não há harmonia no lar, que é o embrião da sociedade, não haverá sociedade harmonizada.

Ademais, sendo o casamento uma grande escola para se aprender a arte do convívio, a fraternidade, a solidariedade, o cultivo do afeto, se este não sobrevive, o que podemos esperar da comunidade?

Infelizmente, o que se pode constatar quando um casamento se desfaz, é a supremacia do individualismo, do egoísmo, da tola vaidade, do orgulho e da prepotência de uma ou de outra parte, ou de ambas.

O que acontece é que geralmente os casais se esquecem das promessas feitas quando da assinatura desse contrato de convivência mútua que chamamos casamento.

As promessas foram as de ficar juntos na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza ou na pobreza, mas juntos. E dificilmente o casamento mal estruturado resiste aos primeiros golpes da dificuldade que se apresenta.

Os casais se esquecem de que apenas algumas gotas de tolerância podem salvar e fortalecer a união. Que a renúncia preserva o convívio e o torna mais sólido. Que o esquecimento de um mal-entendido aproxima e engrandece os seres. E que o amor, nas suas mais variadas expressões, é a ferramenta capaz de solidificar e conservar a união dos seres por toda a eternidade.

***

O matrimônio é abençoada oficina onde podemos aprender a tecer os mais lindos sonhos de ventura e paz.

É a oportunidade bendita de reatar os laços rompidos em existências passadas ou estreitar o afeto iniciado com alegria.

O casamento é experiência nobre que pode nos credenciar aos altos planos da Criação, ao encontro da felicidade plena que tanto desejamos.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Aprendi...

Um dia desses, enquanto aguardava a vez na sala de espera, percebi, solta entre as revistas, uma folha de papel.

A curiosidade fez com que a tomasse para ler o que estava escrito. Era uma bela mensagem que alguém havia escrito.

O título era interessante e curioso: aprendi...

Dizia o mais ou menos o seguinte:

Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.

Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.

Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.

Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.

Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.

Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.

Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência.

Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.

Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.

Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.

Aprendi que perdoar exige muita prática.

Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.

Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.

Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.

Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.

Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso.

Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.

Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.

Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.

Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver.

Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.

Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.

Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.

Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.

Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.

E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.

Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.

Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.

A mensagem é significativa, e sua autoria é atribuída a William Shakespeare.

Nós poderíamos simplesmente ler e guardá-la na memória, mas preferimos dividi-la com você.

Porque uma coisa nós também aprendemos: o que é bom deve ser divulgado.